sábado, 19 de dezembro de 2009

Introspecção


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Diz-me quem és...

Sem mentir,

sem desviar o olhar,

sem fugir

ou tentar enganar...

Mas diz-me quem és...

Sem dizeres o nome

(o nome não me diz nada),

falando-me de ti,

de teus sentimentos,

de teus pensamentos,

de teus desejos...

E se teu rosto ri,

não queiras falar agora

(a mentira viria na hora)...

Quero teu rosto sereno,

olhos nos olhos,

e em cada palavra tua,

vou ouvir teu coração,

vou sentir a emoção,

de te ouvir falar de ti...

E aí sim, vou saber quem és,

vou te descrever de olhos fechados

(vou até saber a cor de teus olhos),

porque teu coração não mente,

e tudo o que o meu sente,

foi porque te "viu" diferente,

sem nunca te "ver" à frente....

6 comentários:

  1. Olá, Alex*
    Amo você, meu querido amigo*
    Só alguém tão sensível pode fazer um poema de amor tão lindo*
    Se vemos com o coração/ vemos nosso amor diferente.
    Muito obrigada*
    Beijosssss
    Renata

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  2. Mais um sublime poema!
    Alex cada vez melhor... o charme da idade reflecte-se na escrita... está superbe!


    beijo

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  3. Prosas de Outono - é uma forma de vida ? não sei,talvez uma das formas , um momento de criação, sim é a mais delicada forma de um poeta criar - um estado de alma - certamente sim, é um transbordar de sentimentos por minuto rsrs
    Introspecção - o momento do silencio pra poder ouvir e ver sem ter visto.Adorei.
    deixo abraços e o sentimento de como percebo prosas de outono.

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  4. Olá, meu querido!
    Encanto-me sempre aqui* Tão bom ler o que você escreve*
    Beijos para o seu domingo, Alex*
    Se você publicar, eu volto, ok?
    + Beijossss

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  5. Impossível dizer quem somos,
    quando a todo tempo mudamos
    nesta roda viva, sem fim,
    mas somos flores, flores da
    vida, fazendo dela um jardim...
    mas eu sei quem você é Alex,
    um lindo amigo estrela, que
    abraço por aqui nesta travessia
    blogosferiana, quando nos permitimos
    a caminhada, dividindo nossas letras
    meia que atravessadas, ouvindo um
    palpite aqui, outro alí.
    Você pra mim, já está lá, no céu
    infinitamente azul, na noite a brilhar,
    amigo estrela, assim estou a te chamar...
    e lá em meu recanto, vc saberá porque...
    Afagos em teu coração
    Kisses

    Livinha

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  6. Oi, Alex.
    Que belo poema.

    Até mais.

    Beijos.

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