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domingo, 16 de outubro de 2016
meu mundo...
quanto encanto este mundo que me rodeia,
com cheiro a mar, cheiro a algas na areia molhada,
e cheiro a gente que apressadamente se passeia...
outros correm, olhando em frente, corpos suados
como fugindo do nada...
do meu canto, batido pelo mar e pelos pensamentos
vejo tudo em frenesim, sem contratempos
porque o "fim do mundo" é já ali, qual meta de chegada
até um novo dia chegar.
do meu canto, curto reinado até a maré me expulsar,
finjo nada ver, nada comentar,
apenas observo, sorrio e não digo nada...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
o meu mundo...
seres estáticos, aprisionados
a um mundo que não pedimos,
incessantemente invadidos
e ingloriamente ludibriados,
assim somos nós,
peças únicas e ao mesmo tempo
tão pequenas, quase invisíveis
numa grande engrenagem...
finjo não ser eu ouvindo as notícias,
os horrores da guerra
e a loucura dos homens...
finjo não viver acordado,
mas antes cobardemente amordaçado
numa voz sem eco, sem destino...
faz-me falta a coragem dos loucos,
mas íntegros no sentimento...
fazem falta tantos, mas são tão poucos
os seres renascidos da profunda terra,
deuses supremos,
imaculados, guerreiros no tempo...
sábado, 30 de janeiro de 2010
Meu Mundo

http://media.photobucket.com/image/avi%2525C3%2525A3o%20de%20papel/clau_zin/aviao.jpg
Lancei-me ao vento em minhas asas de papel,
voei..., voei sobre um mundo imaginário,
que me acarinhava, que me tocava a alma,
que fazia de mim um príncipe sem castelo,
e neste meu mundo, mundo de papel,
reinava a fantasia, tudo era calma,
e o povo sorria e de coração, era solidário.
Este meu mundo, podia ser meu país,
mundo real, onde reina a injustiça,
e o povo que trabalha não é feliz,
e na sua fantasia, continua a sonhar,
que um dia tudo vai melhorar...
sábado, 21 de novembro de 2009
Fazer de Conta....
Em cada amanhecer, ao beijar a luz
um imenso olhar, um agradecer
por mais um dia...
e desde que nascemos
todo o caminho que percorremos
dia a pós dia
noite após noite
olhamos as estrelas
admiramos o sol
nos sentimos atraidos
por estas coisas belas
E eu que faço parte dum todo
o que fiz para melhorar?
o que fiz para não estragar?
Quando assumi minha culpa?
À minha volta, a miséria,
(de pensamento e acções)
o individualismo, a mesquinhez,
o desejo de grandeza
o sonhar alto na embriaguês...
Olho à minha volta mais uma vez...
Que fiz eu para te levantar?
que fiz eu para te por a andar?
será que te estendi minha mão?
ou será que desviei meu olhar??
Em cada imagem na TV, a revolta,
o meu ruido ainda que interior
por tanta e tanta dor
por tantos "cavalos à solta"
por não haver justiça...
Mas quem sou eu?
Quem me deu procuração?
Eu não sou ninguém
não existo em nenhum mapa
apenas deixo falar o coração
Que fiz eu para melhorar??
nada...nada vi...deixei andar...
um imenso olhar, um agradecer
por mais um dia...
e desde que nascemos
todo o caminho que percorremos
dia a pós dia
noite após noite
olhamos as estrelas
admiramos o sol
nos sentimos atraidos
por estas coisas belas
E eu que faço parte dum todo
o que fiz para melhorar?
o que fiz para não estragar?
Quando assumi minha culpa?
À minha volta, a miséria,
(de pensamento e acções)
o individualismo, a mesquinhez,
o desejo de grandeza
o sonhar alto na embriaguês...
Olho à minha volta mais uma vez...
Que fiz eu para te levantar?
que fiz eu para te por a andar?
será que te estendi minha mão?
ou será que desviei meu olhar??
Em cada imagem na TV, a revolta,
o meu ruido ainda que interior
por tanta e tanta dor
por tantos "cavalos à solta"
por não haver justiça...
Mas quem sou eu?
Quem me deu procuração?
Eu não sou ninguém
não existo em nenhum mapa
apenas deixo falar o coração
Que fiz eu para melhorar??
nada...nada vi...deixei andar...
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