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sábado, 30 de novembro de 2013

jogos de amor...



belos os jogos de amor,
as carícias, o sentir
suave da pele,
o beijo quente,
os lábios em tom ardente,
a boca em delírio
no corpo em martírio
pela exaltação
dos sentidos...

loucos os jogos de amor,
inocentes os amantes,
incautos e seduzidos pela dor,
são deles as estrelas mais brilhantes
iluminando os jogos proibidos...



domingo, 17 de novembro de 2013

ás vezes




ás vezes queria ser sol de inverno,
quente e tão breve...
ás vezes queria ser nevoeiro,
impenetrável e tão leve...
ás vezes faz-me falta o que já tenho
e nem lembro, ou tudo perdi
numa qualquer jogada,
altas horas da madrugada
em que fazias batota,
e eu nem assisti...



sábado, 1 de junho de 2013

um mundo só meu...


como cresceu o meu ser...

ainda ontem tinha um mundo só meu,
limitado pelos poucos horizontes,
rodopiando ao jeito do pião
na terra batida do chão...

o aro da velha bicicleta
fazia andar minha cabeça à roda,
pelo jogo do arco que voava 
nos estreitos carreiros da aldeia...

o verão trazia a emoção dos prados,
da sinfonia dos grilos na tarde,
da arte de os apanhar e para casa levar,
como se lhes quisesse mostrar meu lar, doce lar...

lembro dos papagaios de papel, coloridos,
asas das canas que alguém me arranjava,
dos horizontes que eu não via,
porque era o papagaio de papel que voava.

o rio trazia-me o medo do desconhecido,
o fundo que eu não via, e quando na água,
era até o joelho, não viesse uma corrente
e para o fundo me levasse , para sempre...

e o mundo se alarga nas grandes cidades,
a poluição nas ruas, os barulhos
dos carros, das pessoas, dos sentimentos...
outros dias...outros tormentos...

os jogos de computador, do coração,
os anos que passam a correr,
mas os que passaram, sim, foram bons,
mas há tantos ainda para viver...





terça-feira, 24 de julho de 2012

Jogos de Palavras....



diz-me, se souberes...
que encanto ditam teus olhos
quando nos meus se perdem na ilusão...

e quando entre abraços e beijos sentidos,
o mundo seja um quarto, de jogos proibidos...

e nesse mar de eterna e infinita fantasia,
as letras que desenhamos são de sonhos e poesia...

são palavras escritas, repetidas pelos dedos,
palavras sentidas, doridas pelo coração,
são ecos ditados pelo grito da paixão,
são jogos ainda contidos pelos medos...




segunda-feira, 26 de março de 2012

No Tabuleiro de Jogo...



Numa qualquer mesa de jogo

(sou jogador solitário),

baralho, reparto e dou cartas...

Analiso o meu jogo,

e fazendo batota,

espreito o jogo de mais ninguém,

e assim, ninguém diz nada,

só eu e as paredes que sorriem...

O silêncio é total...

Lanço os ases, ases que mais ninguém tem.

Vou ganhar, sei que vou ganhar.

e se o silêncio falar,

juro que ligo o rádio, a TV,

ou chama a banda de música

que no coreto está a tocar...

Numa qualquer mesa de jogo

(jogo de vida, de sentimento),

quem ganha, quem perde?

apenas o coração, a Alma,

se fadada ao sofrimento...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Jogo de Palavras...



Queres fazer um jogo?


Fala-me de uma flor...

Te darei um jardim!

Fala-me de um fruto...

Te darei um pomar!

Fala-me de estrelas...

te darei o céu!

E se me falares do mar,

te levo a navegar

num sonho só meu...


Agora, diz-me uma letra...

Te farei uma frase!

Fala-me de amizade,

e eu te direi de verdade,

o quanto o sentimento vale

numa relação...ainda que virtual...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Sonhar "Criança"


http://www.qdivertido.com.br/diversao.gif

Hoje foi um amanhecer diferente,

senti-me leve, quase ausente

dos problemas do dia a dia...

Fechei os olhos e quis sonhar,

que meu tempo de menino ía voltar,

que ser adulto eu não queria.


Saltei à corda no meio da rua,

joguei o arco pelos passeios,

corremos fora por cultivos alheios,

chamaram-nos nomes feios,

que importa se era tanta a graça

e de pobres a gente não passa??


Juntámo-nos, meninas e meninos,

e julgámo-nos seres crescidos,

brincar às casinhas, sem outros sentidos,

querendo crescer mas sendo pequeninos

sem dinheiro, sem custos para viver,

apenas brincar até não apetecer...


Como é bom sonhar acordado,

sorrir, e virar para o lado,

lá fora é outro o mundo, bem diferente,

meio mundo maltratando outro meio,

quem cala consente, diz a gente,

e eu não gosto deste mundo feio ...