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sábado, 21 de novembro de 2015

renascer...



nascem histórias,
morrem histórias
numa lenta agonia,
tão repetitiva,
tão previsível...

quero histórias novas,
mais persistentes,
resistentes,
flamejantes
como a chama da lareira,
tão vibrante,
tão aconchegante...

oh irresistível cegueira...


quarta-feira, 29 de julho de 2015

respirar.. é preciso...



como uma vela acesa num quarto escuro,
chama ziguezagueando entre a vida e a morte,
periclitante, mas com ânsia de chegar longe,
tão longe quanto o pavio deixar,
assim é o ar que respiro, sufocante,
impenetrável nas veias do meu ser.
imagem dilacerada, terrivelmente provocante,
de dias sem dias para viver...