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sábado, 28 de junho de 2014

tu....



saboreio teu corpo na imensidão do desejo,
imagino-o, e ao fazê-lo, em mil retalhos
o recorto... em cada recorte, um beijo...




terça-feira, 27 de maio de 2014

meu mundo...



subtilmente abres as portas do meu mundo,
lado a lado com a inocência no olhar,
e é nesse olhar, sereno e profundo,
que me questionas, sinto-o, e mesmo sem falar
lês todo um ser, como se um livro aberto...

nada escondo, e de te sentir tão perto
baralham-se minhas contas, o atrevimento
renasce, florescem, incendeiam-se mil ideias
numa mente que te despe no momento,
e me encanta, como se embalado por mil sereias...

ouço o mar, a espuma se sumindo no areal,
outros ruídos, tentativas de afastar meu medo,
dúvidas...e nesta guerra, minha, invento um sinal,
armadilhas, se invadirem meu refúgio, meu rochedo...


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

ondas de ti...


são tuas vestes, as ondas
que a brisa faz baloiçar
em cada movimento teu.

em cada onda, repousa meu olhar,
meu pensamento, baloiçando num barco
sem remos, apenas navegar.

sigo viagem, mera miragem
nas ondas que são teu corpo
e meus desejos em libertinagem...

espera... despe-te de ti,
despe-te dos rios ansiando meu mar...
tanta praia, tanto areal por aqui...



sábado, 25 de maio de 2013

como pétalas de rosas...



como pétalas de rosas
aveludadas, sedosas,
assim são tuas mãos,
teus dedos,
teus seios (ah, teus seios,
como as maçãs verdes...)
teu corpo sem segredos,
e teus lábios de mel...

tão fácil embalar teu corpo,
tão difícil me esquecer dele...


sábado, 28 de agosto de 2010

Destino Final




Soltam-se os sinos na igreja,

sons únicos que ecoam no tempo,

quatro tábuas repousam no chão,

almas "vivas" aguardando o momento...


"Companhia" que ninguém vê,

perfume que ninguém sente,

seu caminhar sente-se na aragem

que nos atravessa, nos trespassa...


Ouve-se a oração, a ladainha,

um adeus até outro mundo,

e as almas se recolhem, repousam

num sono eterno, profundo...


De pó, é seu corpo efémero,

em pó, cinza, restos, lixo,

o tempo tratará do impuro,

será o que ninguém quer...


Fecha-se um tempo, um ciclo,

cerram-se os olhos na recordação,

tudo vai passar, atenuar,

novas vidas se seguirão...

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Sinais com Dor...


http://arquivos.tribunadonorte.com.br/fotos/28721.jpg


Os dias vão passando tristes e lentos,

sem sabor, sem reboliço,

sem chama que nos faça vibrar...

É a dor que chega sem avisar,

é um não dormir na noite fria,

é o corpo a reclamar da demasia...

Olho para o espelho e reclamo...

Porquê este inferno,

esta dor surda e muda,

se meu tempo, tem pouco tempo,

mas parece já ser Inverno?

Não, não, meus dias são Verão,

ainda vou no meio da estação...

Por favor livrem-me da agonia,

do sentir da agulha fina e comprida,

do liquido que sinto me violar,

da licença para não trabalhar...