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terça-feira, 27 de maio de 2014

meu mundo...



subtilmente abres as portas do meu mundo,
lado a lado com a inocência no olhar,
e é nesse olhar, sereno e profundo,
que me questionas, sinto-o, e mesmo sem falar
lês todo um ser, como se um livro aberto...

nada escondo, e de te sentir tão perto
baralham-se minhas contas, o atrevimento
renasce, florescem, incendeiam-se mil ideias
numa mente que te despe no momento,
e me encanta, como se embalado por mil sereias...

ouço o mar, a espuma se sumindo no areal,
outros ruídos, tentativas de afastar meu medo,
dúvidas...e nesta guerra, minha, invento um sinal,
armadilhas, se invadirem meu refúgio, meu rochedo...


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Como se fosses uma Sereia...


De que semente, ou gota nasceste,
de que embrião foi feito teu ser,
se é tanta a beleza que te veste,
se é tanta a beleza num corpo de mulher...

E o sol tenuemente te beija,
as gotas do mar te refrescam,
e quem passa, se morde de inveja,
mas quem fica, mil desejos inquietam...

Altiva, passeias-te pelo areal,
e tua sombra, algo que eu posso tocar,
faço-a minha, ainda que virtual,
e minha és em cada momento, a sonhar...

Oh bela e inacessível feiticeira,
oh sereia dos sete mares amante,
quanto me fazes vibrar nesta canseira,
e em quantos mares farás de mim navegante...