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sábado, 17 de novembro de 2012

Manhã de sábado...


ri-se o silêncio neste tempo sem cor, sem luz,
sinto que o ouço...
ou serão meus cinco sentidos em lamento,
já sem discernimento,
pelo forte bater do coração?






sábado, 21 de julho de 2012

Manhã de Sábado...


são as manhãs de sol e vida
um convite, um pedido no horizonte,
no rosto, um sorriso,
na alma, a paz do paraíso,
na mente, a esperança nunca perdida...

e abrindo as portadas da imaginação,
sentido a brisa quente do ar,
quantos sonhos de par em par,
quanta ansiedade no coração...

e é nestes momentos de magia,
em que a saudade diz "presente",
o momento passado, não está ausente,
e eu o recordo desde a noite até ser dia...

fecho os olhos e tento ouvir o mar,
o desenrolar das ondas no areal,
o sol que atrevidamente te bronzeia,
a água que te vai possuir, se fores nadar...



sábado, 14 de julho de 2012

Manhã de sábado...


 
Veste-se o céu de nuvens
que rápido passam...
Aqui e ali, raios de sol,
esperança de vida
numa manhã tão sem graça,
animada pela voz sussurrante,
por entre montanhas perdida,
pelo lado do mar encontrada...
E relembro as manhãs de inverno,
manhãs frias, devorando estrada,
ansiando, suplicando pela primavera,
não a primavera do tempo,
não a primavera da vida passada,
mas a primavera que é teu corpo,
florindo, de desejos asseada...
Ai meu amor de algum dia,
amor sereno, de sonho e alquimia,
um dia serás verão, após a madrugada...