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segunda-feira, 24 de outubro de 2016
perfil...
ontem éramos tantos,
de tantas as brincadeiras,
os amuos,
os dias sem horas
e tantas as horas sem beiras...
tínhamos o poder da multiplicação
e a arma de tudo acabar,
e ficarmos só nós,
nós e a solidão...
mas tu sabes,
pelo brilho de teu olhar
todas as portas se abriam,
e tudo ganhava vida
onde a morte já reinava
em mortalha no leito estendida.
é assim que ainda te vejo,
com o brilho no olhar,
mas distante, no tempo perdida,
com a lua por companhia...
só tu e a sombra de ti,
por trilhos sem norte, sem um abraço ao chegar...
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
na noite...
hoje não há estrelas no céu,
nem canto da lua,
nem um abraço teu...
vou fingir que não nasceu o dia,
que a noite se esqueceu
de me despertar, e só, tão só,
adormecerei num casulo só meu...
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
chegaste cedo, noite...
vês, ainda estou só, tão só...
e até a lua se escondeu nas nuvens,
apenas esvoaçam as corujas,
e os morcegos por entre a vegetação...
tão triste a noite sem tua melodia,
tua voz em forma de canção,
tua presença, tua alegria...
chegaste cedo, noite,
e eu não tenho onde pernoite...
e kuão frio é teu manto noite...
preciso descansar, dormir
nas asas dos anjos, voar
até onde o sonho me deixe subir,
onde o Amor vá encontrar...
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Não, à solidão...
e na solidão, sou tão pequenino neste todo que é o universo,
mas fico gigante quando te lembras de mim...
domingo, 22 de julho de 2012
Tardes de Verão...
onde a multidão é grão de areia,
talvez me perdesse,
talvez até o mar me levasse,
sem que eu te reconhecesse...
E seria tão triste o fim,
gaivotas chorando por mim,
sem que ninguém se apercebesse...
Oh tardes de verão e solidão,
oh tardes quentes, sem fim,
que seja breve o vosso reinado,
que seja longo o vosso finado,
e que outras ondas acalmem a paixão...
terça-feira, 27 de março de 2012
Na Noite, te Procuro...
Escrevo cada palavra em teu coração
salgadas pelas lágrimas que não caíram em vão...
Palavras adornadas de amor,
coloridas e perfumadas, como uma flor...
Procurei lenço de seda em tua mão,
ombro amigo, olhar de abrigo...
Procurei-te até a exaustão...
Mas sinto-te aqui, bem perto de mim,
qual corrente de ar que vem da vidraça,
qual espada afiada que me trespassa...
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Banco de Jardim

Um banco de jardim é meu poiso,
onde adormeço, onde sonho,
onde descansam as gaivotas...
Aqui analiso quem passa,
os velhos que por ali deambulam,
as mulheres em pose de engate...
Tudo daqui se vê, se pressente,
quem diz verdade...quem na verdade, mente...
Os bancos de jardim sabem coisas,
segredos contados na primeira pessoa,
companheiros inseparáveis na solidão...
E há um velho que triste passa,
olha-me, e a medo pergunta:
Dás-me lume?
terça-feira, 18 de maio de 2010
À Noite...
http://vidainsolita.files.wordpress.com/2009/05/vazio2-thumb1.jpg
Dizem que a noite é boa companheira,
que em verdes prados transforma os pesadelos...
Dizem também, que à noite surge o amor,
surgem Deusas sequiosas pelo prazer...
Dizem...
Mas à noite, surge nas paredes a escuridão,
no silêncio da cama fria, a solidão,
e tua voz que um dia me encantou,
nem na noite grita, ou soletra quem amou...
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