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sábado, 21 de novembro de 2015

renascer...



nascem histórias,
morrem histórias
numa lenta agonia,
tão repetitiva,
tão previsível...

quero histórias novas,
mais persistentes,
resistentes,
flamejantes
como a chama da lareira,
tão vibrante,
tão aconchegante...

oh irresistível cegueira...


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

momentos...



lavo minhas mãos no liquido do tempo,
sem reservas, sem alucinações...
lentamente, vai evoluindo a história,
tantos os momentos de discórdia,
insanável o rol das lamentações...





segunda-feira, 3 de novembro de 2014

histórias e fantasias...



eras miúdo como os botões de rosa por abrir,
sonhavas voar como as aves,
e o teu mundo era um barco de papel.

no teu mundo, tudo era possível,
como falar com as estrelas
ou andar sobre as águas do mar...

mas esse era o mundo da fantasia,
das histórias de contar,
dos finais felizes, como que por magia.

um dia o botão de rosa floriu,
e pétala a pétala foi caindo da floreira,
todos os sonhos se queimaram numa fogueira
feita de estrelas, de mar, e de teu rosto, que um dia sorriu...


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

passos perdidos...



o que fizemos ontem,
o que faremos hoje, amanhã,
que importa,
se de tanto correrem a calçada,
sentem-se perdidos os passos,
sem um norte,
sem uma luz na madrugada...

ouve, são as vozes do silêncio
te cobrando,
as mesmas que riam
quando teus olhos em pranto,
clamavam da ira do tempo...

o que fizemos ontem,
o que faremos hoje, amanhã,
que importa...
abre o baú da memória,
do teu pensamento, a porta
aos fantasmas que um dia fizeram história...


sábado, 28 de setembro de 2013

histórias de vida....



de que forma, de que jeito
se cuida da saudade,
quando dentro do peito
a dor existe, a chama arde?

leio e releio contos, histórias,
passam os filmes da vida
compactados nas memórias,
partilhados, passo a passo seguida...

e tanta história, tanta emoção,
em mil palavras seduzem
quem as lê, porque as lê o coração,
e no momento se reproduzem...

de que forma, de que jeito
se cuida da saudade,
se longa é a espera, curto o leito,
definhando na vida que passa, a mocidade...






terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Segredos da Alma...


escuta... é de silêncio
o balbuciar de meus lábios,
onde ninguém vai ler
ou sequer escutar,
o mais intimo dos segredos...
só teu olhar,
esse olhar que me lê a alma,
que afasta estes medos
em cada madrugada,
vai ao mundo contar
uma história ainda sonhada,
sem inicio, meio, ou fim...
nossa história, é um conto de fada...