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sexta-feira, 14 de março de 2014

na despedida...



estranha a forma de partir,
sem um adeus, ou até já...
como se não houvera despedida,
mas tão só uma fugida
como quem faz um recado...

sorriem os namorados
e num longo beijo apaixonado,
partem um para cada lado,
mas levam os sonhos
nos lábios ainda molhados...

se um dia partires no vento,
não acenes, nem olhes para trás.
talvez já não vejas ninguém,
nem a sombra da imagem...
tudo se transformou em miragem...


sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Até já...



Reconheço que minha vontade de escrever, definha dia a dia.

Reconheço também que meu tempo, o tempo que me dá tempo para fazer o que quiser, já não existe. Aquele meu tempo foi tomado pelas notícias em catadupa que gosto de ouvir e comentar, pela necessidade de olhar em meu redor, e num sorriso me prender, nem que seja à flor que precisa de gotas de água para sobreviver. Assim, o meu tempo passou a ter outras prioridades, que não a de escrever, aliviar um pouco a alma, passar para outrem os segredos que até aí eram só meus.

Sendo assim, porque não fazer uma pausa, um interregno numa história que pouco tem para contar?

Sem despedidas, sem lamentos, um comprometedor "até já"

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Despedida



Amanhã, de manhã,

quando te olhares ao espelho

vais lembrar de mim...

Dos beijos que não demos,

dos abraços que esquecemos,

do sabor de teu "baton"

que querias deixar nos lábios meus...


Amanhã, de manhã,

vais lembrar de mim...

Quando acordares e eu não estiver lá,

servindo-te o café da manhã,

lendo-te as noticias do jornal,

escolhendo as roupas que vais vestir...

Aí, vais lembrar de mim...


Amor, nosso caso nem começou...

O que parecia paixão, em nada ficou,

e a história que vais lembrar de mim,

foi que antes de começar, já era fim...