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terça-feira, 18 de agosto de 2015

porque brilha o sol....


quanta imensidão entre o céu e o mar,
vazio onde se perdem o pensamento e os sonhos.
bem alto, brilha o sol, clareando as ideias
e a alma, num sossego inventado pela luz ...
deixo-me adormecer qual pássaro na árvore,
atento e ao mesmo tempo quedo, quase irreal,
fingindo nada ver, nem ouvir, nem sentir.
talvez o sol não deixe de brilhar...
e talvez o vazio seja um mundo a descobrir...



domingo, 15 de março de 2015

manhãs de março...


virgem e ardente, o sol
nas manhãs de Março...

incautos, seguem em passos largos
os amantes, sós,
fingindo olhar o mar
ou com quem se cruzam na manhã.

sorrindo ou olhar distante,
ninguém diz nada,
apenas a respiração é ofegante
como quando alguém faz amor
pouco antes do finalmente.

queria ser como tu, sol,
ardente e promíscuo
em todas as manhãs de Março,
em todos os dias, quando o pensamento
vagueia por águas profundas...



terça-feira, 12 de agosto de 2014

outros jogos...



a cada manhã, chamavam pelo dia,
afastando a noite, as trevas,
chamavam pelos bichos do monte,
pela liberdade das aves.

na fantasia do momento,
esqueciam-se do lugar, do tempo,
do sol que os cobria em tons dourados
como se predestinados, abençoados...

tão loucos, tão sem memória...
perdidos nos jogos de sedução,
não viram chegar a lua, a noite,
e se perderam algures, na escuridão...




sábado, 5 de julho de 2014

desassossego...



tão tristes as flores,
os sons da tarde, 
tristes as brincadeiras de criança
e o bater do coração...

de cinzento se veste o céu,
e chora, chora no meu ombro
pelo sol que se escondeu...





segunda-feira, 30 de junho de 2014

nos braços da manhã...



deito-me com os sonhos,
acordo nos braços da manhã...

os raios do sol afagam meu rosto
e sinto seu hálito num terno beijo...
faz tempo, tanto tempo
que não sinto o calor de um beijo,
a maciez, a frescura de um lábio
percorrendo, tacteando
um corpo sedento...

faz tempo... tanto tempo...



quarta-feira, 25 de junho de 2014

momentos...



e tudo é tão frágil, inconsequente...
que perdure o momento,
que seja alegre o tempo
como se um raio de sol
pela vidraça entrasse...
não somos donos de nada
e ao mesmo tempo, donos de tudo,
nos sonhos da madrugada...


terça-feira, 11 de março de 2014

nasceu o sol, meu amor...



nasceu o sol, meu amor,
e como é lindo o amanhecer,
como se o dia , em forma de flor,
perfumasse o nosso querer
qual bouquet em nosso regaço...

extasiados, solta-se teu abraço
num aperto que prende a alma,
e dá razão aos sentidos...
soltam-se de paixão os beijos
em espaços para tantos proibidos.

que importa a gente que passa...
nasceu o sol, meu amor,
cantam as aves em redor,
solta-se a música com tanta graça
que até esquecemos de fazer amor...



sexta-feira, 7 de março de 2014

dia de sol...



fez sol, muito sol na minha rua,
mas não vi crianças brincando
nem pessoas de passo apressado...
apesar do sol na minha rua,
já ninguém mora aqui,
ou se moram, talvez nem gostem do sol
e preferem ver à noite a lua...
mas as crianças, a correria das crianças,
trazem-me à memória lembranças
do menino que na rua corria,
e era feliz à noite... quando adormecia...


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

tanto mar...



lá fora já clareou o dia,
e hoje, até brilha o sol...
ouvem-se vozes de alegria
das pessoas que na rua
fazem compras, ou cochicham
da miúda que passa...
dizem que vai nua...

indiferentes, os pássaros no ar,
as rolas, as pegas, passarada em geral,
e é tanto o chilrear
que nem me lembro onde moro,
e este meu canto é à beira mar...

elevo meus olhos ao céu,
ao azul, antes do cinzento que há-de vir,
e esquecendo-me de mim, começo a sorrir,
tanto mar pela frente...um mundo que é só meu...


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

porque vi o sol...



dia de Inverno, de frio e de chuva,
cinzento como são todos os dias
sem a emoção de que nada vai acontecer...

pego numa folha, em lápis de cor,
desenho o céu, tom azul,
e uma bola como sendo o SOL..

e num ápice, renasceu a Primavera...





sexta-feira, 22 de março de 2013

primavera...




a primavera trazia a luz da manhã,
o sol das plantas que imploravam para nascer...
mas trazia também o choro das manhãs de inverno...


domingo, 13 de janeiro de 2013

escrita com cor...


faz-se tarde, e escura é a noite.
o céu, de cinzento se vestiu
e mesmo o sol que na tarde sorriu,
de envergonhado se foi...

que importa se não há estrelas no céu,
se a lua amuada, não apareceu?

desfolho meu diário da vida,
e cada linha, cada palavra,
tem uma história consentida,
como só os amantes sabem escrever...

este livro, este diário do querer,
é a prova mais querida,
de que o amor tudo pode vencer...

faz-se tarde, e escura é a noite...
mas de tanto desfolhar, tanto ler,
fecho meus olhos até o amanhecer...
um dia, na manhã, o sol irá sorrir...

domingo, 11 de novembro de 2012

Sol de Outono...



têm inveja de mim
as folhas caídas no jardim...

por entre as árvores despidas,
beija-me este sol de Outono,
carícia já no tempo esquecida.

pudera eu ser ar, sopro de vida,
pudera eu viajar no tempo...


domingo, 28 de outubro de 2012

BOM DIA...



levas-me vento, empurras-me,
mas saberás onde eu quero ir?
E levas-me deste sol que me afaga,
desta luz divina e transparente?
não, não entenderias este sentir,
e tão perto está, quem nunca está ausente..


sábado, 27 de outubro de 2012

Sol de Outono...



se me procuras na tarde de sol,
por entre o sossego e as cores de outono,
leva-me contigo, antes do escuro da noite,
antes do brilho das manhãs de primavera,
e que esta nostalgia, este fim de ciclo,
seja um novo despertar para a vida,
enquanto houver dias, e noites, e sonhos... 

domingo, 2 de setembro de 2012

Domingo...

olá, bom dia,
bom acordar,
bom renascer para a vida...
e se precisares,
se este sol não chegar,
levo até ti um pouco de mar,
este cheirinho que paira no ar,
e verás,
neste Domingo lindo
de sol, brisa e mar,
receberás este postal
colorido, com um sorriso,
para mais tarde recordar...



quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Um Rosto Na Manhã de Sol e Poesia...



suave, fino e terno é o seu rosto,
olhos esguios, subtis, de princesa,
moldados pelo cabelo extenso e fino...
e foi esse seu rosto, que me deu certeza
do momento mais querido e lindo,
que algum dia o coração vivera...

e nem o frio do inverno na manhã,
cheia de sol, sonho e poesia,
me fez ausentar do momento de fantasia,
que era te ter tão perto, demasiado perto,
que até nossos sorrisos, na sua inocência lia,
sorrisos de um futuro que seria certo...

E hoje, ao vê-la na sua pose de menina sentimental,
voz meiga, carente, doce... algo possessiva,
a certeza de que muitos invernos vão passar,
o sol, o sonho e a poesia, permanecerão no ar,
ainda que os desencontros sejam afinal
tanta dor, para que aquele rosto continue a brilhar...





sábado, 21 de julho de 2012

Manhã de Sábado...


são as manhãs de sol e vida
um convite, um pedido no horizonte,
no rosto, um sorriso,
na alma, a paz do paraíso,
na mente, a esperança nunca perdida...

e abrindo as portadas da imaginação,
sentido a brisa quente do ar,
quantos sonhos de par em par,
quanta ansiedade no coração...

e é nestes momentos de magia,
em que a saudade diz "presente",
o momento passado, não está ausente,
e eu o recordo desde a noite até ser dia...

fecho os olhos e tento ouvir o mar,
o desenrolar das ondas no areal,
o sol que atrevidamente te bronzeia,
a água que te vai possuir, se fores nadar...



domingo, 15 de julho de 2012

Teu Silêncio...



fazes-me falta
na tarde perdida
por entre o sol e o vento...

fazes-me falta
pelo silêncio sentido
no ruído trazido pelo tempo...

fazes-me falta
pelos beijos, abraços,
ainda vivos no pensamento...

e teu olhar, teu doce olhar,
vê lá, não o percas nesse mar,
esse olhar que é só meu,
quando o meu se perde no teu...

e na tarde perdida entre o sol e o vento,
fecho meus olhos, relembro tua voz
ainda sussurrando no tempo,
momento mágico, inventado só para nós...

domingo, 24 de junho de 2012

Sol e Vento...


Suave e fresco o ar que respiro,
brisa do norte em movimento
varrendo o azul deste céu,
ondulando este mar que admiro....


Aqui e além, corpos se bronzeando,
acessórios coloridos ao vento,
e tudo isto é verão, é vida,
é um fim de tarde na despedida,
ou um até logo no bar da avenida...

Fito o mar só mais uma vez,
e sigo o sol ainda bem alto...
Não, ainda não vai ser hoje,
nem amanhã, ou talvez nunca mais...


Sol, queria tanto ver teu adormecer,
teu suave deitar sobre o mar,
e te olhando a dois, beijar, abraçar
ou fazendo amor até a noite chegar...