UMA FORMA DE VIDA, UM MOMENTO DE CRIAÇÃO, UM ESTADO DE ALMA
sábado, 2 de junho de 2012
Minhas mãos...
minhas mãos que julguei sábias, predestinadas, minhas mãos que julguei sagradas, na tua luta, teu sofrimento, nada fazem... oh, quanto lamento por serem objectos inúteis...
e apenas bastava um sinal da cruz, talvez um pouco de água benta, que tudo apaga, tudo afugenta, e de novo em ti fizesse renascer a luz...
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