
Inventei liquido de sabão,
mexi e ganhei bolas coloridas,
leves, mais leves que o ar,
que suavemente ganhavam vida.
Tentei numa entrar, pé ante pé,
com pantufas de lá,
sem respirar,
para com ela voar,
mas a bola disse que não...
Triste, e de olhar no chão,
virei a água de sabão,
por não me deixarem sonhar...


